
Olá pessoal! Não é desculpa mas realmente estamos sumidos devido a correria do casamento. Afinal, a partir de amanhã, faltarão apenas 4 meses para o grande dia. Mas a partir de agora teremos mais novidades do que nunca por aqui.
Pelo menos nessa correria, repleta de ansiedade e expectativa, não estamos sozinhos. Temos 2 companheiras pra lá de especiais: nossas amadas mães. Como ontem foi o dia delas, nada como uma homenagem nossa aqui no blog.
O que podemos falar sobre as mulheres que fizeram e fazem tudo por nós nestes 26 anos? Além de um sonoro e enorme “EU TE AMO!”, só podemos agradecer pela educação, paciência e amor dedicados a nós sempre.
Nós estamos bem ansiosos com os preparativos e as vezes chegamos a ficar insuportáveis por ter tanta coisa pra resolver mas, mesmo assim, com jeitinho, elas conseguem lidar com a gente e até dar bronca.
Como as duas estão reagindo com o casamento? Estão numa mistura de euforia, emoção e chororô. Enquanto a mãe do Marcel já começa a se abanar e passar mal quando falamos que falta tão pouco tempo, a mãe da Simone chora só de ouvir as músicas que tocarão na igreja.
Para as mamães não ficarem só pensando que vão perder os seus filhotes, delegamos várias funções às duas. A primeira e principal está na organização do chá de panela da noiva que acontece em julho, junto com um time especial de madrinhas-irmãs. Como tudo é surpresa, nem a noiva pode adiantar pra você como será. Só sabemos que elas estão a mil com os preparativos. Elas também estão encarregadas de telefonemas, caronas e solução de pequenos problemas.
Apesar de também estarem bem envolvidas, não deixamos nossas mães tão ocupadas a ponto de não se preocuparem consigo mesmas. Após muuuuita indecisão e preocupação – típica de toda mulher – elas finalmente escolheram os modelitos para o grande dia.
Nós só podemos agradecer a essas duas mulheres, exemplo de tudo o que somos hoje.
Temos a sorte de termos não só mães como sogras que são segundas-mães para a gente. É uma benção sermos acolhidos com o mesmo carinho que a nossa própria mãe nos dedica na casa um do outro.
Para nós, não será fácil sair debaixo das asas das nossas mães. Nem poder ter todo dia aquele carinho que só mãe é capaz de oferecer. Mas prometemos recompensá-las com um neto ou neta para vocês mimarem tanto quanto puderem.
Feliz Dia das Mães!
Simone ♥ Marcel
Andamos sumidos, mas por uma boa causa (além dos usuais preparativos): estamos executando a missão “Padrinhos de Casamento”.
Teremos 9 casais de padrinhos de cada lado. Parece um número meio exagerado mas cada uma dessas 36 pessoas foi escolhida a dedo. Lógico que temos muitos outros seres especiais ao nosso lado durante essa nossa jornada como casal e como indivíduos, mas alguns nos marcaram com pequenos e grandes gestos de amor e amizade, e podemos dizer que até agora Deus vem revelando que fizemos sempre a escolha certa.
No post passado, falamos que o tema geral do casamento será a nossa identidade. Quando pensamos em como convidar nossos padrinhos, pensamos em chamar todos do mesmo jeito. Mas depois, chegamos à conclusão de que devíamos convidá-los respeitando o que eles significam para nós, as coisas que mais curtem e por aí vai. Por enquanto, estamos “recrutando” os nossos padrinhos de formas simples, e nada foi muito caro ou sofisticado. Mas tudo foi feito com muito amor, mesmo.
Ainda não conseguimos convidar todos, afinal, é muito difícil conciliarmos nossos horários e os convites “malucos”. Gostaríamos de deixar claro que ninguém foi chamado antes, depois ou ainda será chamado por predileção: é até uma questão de logística conseguirmos chamar todo mundo.
Como ainda não terminamos os convites, aí vai a primeira parte dos nossos amados padrinhos:
FADUA E CASSIO
Eles não foram os primeiros a ser chamados, mas com certeza deviam estar em primeiro lugar na nossa listinha. Eles são nossos melhores amigos e foram nossos cupidos. Claro que desde a data em que fomos apresentados até ao namoro em si, demorou um tempo mas foi por insistência desses dois que vimos que não precisávamos mais procurar por alguém que nos fizesse feliz porque a felicidade estava ali, ao lado (literalmente). Somos amigos de looooonga data. Já acompanhamos as alegrias e tristezas uns dos outros, o casório deles e agora já temos até uma pequena entre nós quatro: a Amany! Convidá-los para padrinhos era uma consequência óbvia mas o convite vai muito além disso. É uma forma de agradecer e de honrar essa amizade que tanto nos faz bem.
O convite: Vínhamos pensando nas diversas formas que podíamos convidá-los. Nenhuma parecia legal ou surpreendente. Até que o aniversário da Fa foi chegando e essa foi a deixa perfeita para fazermos o convite. Encomendamos a nossa torta predileta, do nosso local predileto para a nossa amiga predileta e também compramos as velinhas. Tivemos a presença especial da nossa pequena, comemoramos entre amigos, pegamos os dois de surpresa e como resposta tivemos um óbvio, sincero e emocionante “SIM, NÓS ACEITAMOS!”
Convidar os irmãos também parece ser algo meio óbvio e, para outros, até forçado. Mas graças a Deus temos a sorte de não ter feito nada, até aqui, que não fosse completamente da nossa vontade.
Sem contar que temos amigos-irmãos com quem sempre pudemos contar e que na nossa história são fundamentais.
CAROLINA, A IRMÃ DA NOIVA
A Simone cresceu dividindo a vida, os brinquedos e até o quarto com a Carolina, sua irmã mais velha. No dia mais importante da sua vida, nada mais justo do que dividir esse momento com ela.
O convite: Alguns sabem, outros não, mas a Carolina é completamente aficionada por porcos. Sim, os suínos fazem parte de sua vida por toda a parte. Em sua coleção existem pelúcias, adesivos, rádio e até luva de porco. Por isso, nada melhor do que um convite suíno capaz de agregar nosso convite e um bom café ou chá.
GUILHERME, O IRMÃO DO NOIVO
Gui, ou “Preto” como o noivo gosta de chamá-lo, é o nosso irmão caçula que sempre nos acompanha em muitas coisas. Com o Marcel, por exemplo, assiste aos jogos de tênis, de futebol, corridas de F-1 e gostam de ouvir muitas coisas parecidas (de Ne-Yo a Zeca Baleiro, passando por Amy Winehouse e Coldplay). O Gui também é nosso parceiro de videogame noite adentro.
O convite: O nosso caçula corinthiano é muito simples e entre as coisas que mais gosta de fazer estão assistir os jogos do Coringão e beber uma Stella Artois. Por que então não juntar as duas coisas e convidá-lo? Durante o intervalo do jogo do Corinthians – em mais uma vitória contra os bambis – a família foi cúmplice e fez de tudo para que ele buscasse a cerveja na geladeira e visse o convite. O problema é que bem nesse dia, ele não estava muito afim de beber e graças a insistência do Rapha, o irmão mais velho, ele decidiu abrir uma garrafa. Demorou um pouquinho para ele perceber o nosso convite e apesar do “vou pensar no caso” dito na hora, já sabíamos que ele jamais diria não.
RAPHAEL E RAFAELLE, OS IRMÃOS-COMPADRES-AFILHADOS
Dificilmente alguém se refere a eles como pessoas pois há 10 anos eles já são um só: “os Rafas”. Nós não somos diferentes e os Rafas são muito importantes para esse casal que vos escreve. Nos ajudaram decisivamente na conquista do nosso lar, e de muitas formas. Somos irmãos e amigos. Também somos compadres de casamento. E desde julho do ano passado, recebemos o convite especial para sermos padrinhos do nosso xodó, o Edu. Portanto, somos compadres e padrinhos em dose dupla. O que faltava para completar essa nossa relação? Sermos afilhados dos Rafas.
O convite: Os Rafas já sabiam que seriam nossos padrinhos mas não sabiam que faríamos o convite e que usaríamos nosso pequeno afilhado como cúmplice. Como somos todos corujas assumidos, todo dia 11 de cada mês nós comemoramos entre nós o mêsversário do Eduardo. É uma forma de celebrarmos a vida dele e, não sei se vocês sabem, mas a família do noivo não perde uma oportunidade pra fazer uma festinha. Nós admitimos: somos padrinhos bem babões e volta e meia gostamos de mimar com um presentinho. Para o segundo mês do Edu, compramos duas camisetinhas: uma listrada e a outra dessa foto abaixo para que ele nos ajudasse a fazer o convite. Nem precisamos dizer qual foi o resultado né?
Acreditamos que Deus sempre põe pessoas boas no nosso caminho. Mas as vezes somos abençoados de termos pessoas que ultrapassam o limite de bondade e viram verdadeiros anjos nas nossas vidas. Nesse caso, temos a sorte de termos, cada um, uma tia-mãe daquelas insubstituíveis.
DORO, A TIA-MÃE DA NOIVA
Dos primeiros passos aos passos até o altar. Até agora, não houve um passo dado que não teve o apoio dessa tia, amiga, mãe e companheira que é a Doro. Em nossa vida, ela sempre foi o apoio, o porto seguro e já resolveu inúmeros problemas como ficar horas esperando o povo da reforma lá no nosso apartamento enquanto estávamos presos no trabalho. Ela também é a responsável por ajudar a noiva a não conseguir cumprir a dieta trazendo docinhos para antes, durante e depois do jantar.
O convite: Sabe quando você é tão grato a alguém que é até difícil expressar isso de maneira coerente? Essa foi a nossa maior dificuldade na hora de convidá-la. Para presentear uma autêntica formiga, sabíamos que um chocolate devia fazer parte do convite. Mas precisávamos ainda mais do que isso. Foi então que do nada, vimos o livro “Obrigado por existir” na prateleira e começamos a folheá-lo. E não é que cada palavra se encaixava justamente naquilo que queríamos sempre dizer a ela? E ainda era repleto de fotos de bichinhos que ela (e nós) amamos. Recebemos nosso esperado “sim, aceito” repleto de lágrimas, além de um “muito obrigado”. Mas ela sabe que nós é quem devemos dizer “muito obrigado” sempre!
Dona Doroty, muito ocupada, fugiu antes de tirarmos uma foto no dia!
SEIDE, A TIA-MÃE DO NOIVO
A tia Seide é uma daquelas pessoas que sempre tem um sorriso no rosto e uma palavra positiva para falar. Não houve um só momento desses anos juntos em que não sentíssemos e ouvíssemos uma palavra de carinho vinda dela. Nem que fosse pelo telefone. Sem contar que ela sempre foi uma entusiasta do nosso casamento, pois desde o primeiro ano dava pequenos presentinhos para o casal de namorados que nem sabia ao certo quando iriam casar.
O convite: Qual o presente ideal para alguém que ama ler? Um livro, claro. Mas que tal usar um livro raríssimo, edição única e limitada, como convite? Foi daí que surgiu o épico “Pequeno Livro de Uma Grande História”, escrito por nós mesmos. Em um bloquinho de corações, repleto de ilustrações primorosas de bonecos-palito, contamos nossa história repleta de detalhes (mesmo). Dos primeiros dias até o casamento. Enrolamos ela por páginas e páginas até chegar ao convite que vocês vem aí embaixo. Uma curiosidade desse convite é que junto ao nosso grande pequeno livro, compramos uma rosa de chocolate da Cacau Show. No dia em que a convidamos, muito antes de ela saber do convite, ela me disse: “Sonhei com o casamento de vocês. Só estávamos nós 3, em um jardim e a Simone tinha flores na cabeça” =)
TIO NEWTON
Newton, tio e irmão da mãe do noivo, é um cara que sempre estará com a gente quando a gente precisar. Nem que isso envolva a vinda dele para Curitiba (algo que ele detesta, uma vez que é fã e defensor incondicional de sua cidade, Ponta Grossa). Um coração puro, uma alma super simples e um lema: se for preciso, “morremos tudo junto”.
O convite: Para uma pessoa simples, só podíamos pensar em um convite simples porém significativo. Então, revelamos uma foto de um dos momentos mais importantes de nossa vida: o nosso noivado, onde ele, como sempre, esteve conosco. Atrás da foto, o convite (que já foi para um álbum de recordações que ele possui). A resposta foi um “sim” emocionado e olha que para nós esse “sim” significa muito, afinal, estaremos tirando o tio de sua terra natal bem no dia do aniversário da cidade!
TIO GIBA E TIA TELMA
Por estarem em outra cidade – mesmo que ela esteja há apenas alguns quilômetros de distância – não nos vemos com a frequência que gostaríamos. Mas nós sabemos que esses dois tem um carinho especial pela gente desde sempre. Sabemos que estamos sempre em suas orações e corações e que sempre tentam saber como estamos, nem que seja pelo Facebook (da tia Telma, claro, pois sabemos que o tio Giba só usa o dela!).
O convite: Eles foram os primeiros convidados e por isso mesmo não tivemos tempo de planejar algo diferente, como gostaríamos. Mas tivemos que aproveitar a oportunidade do encontro e laçá-los! Como foi nosso convite? Chamamos os dois para fora da festa e dissemos que eles teriam que estar em Curitiba de todo o jeito no dia 15 de setembro pois eles seriam nossos padrinhos. Simples e direto. Tão direto que levou os dois a chorar e nós, é claro, também ficamos numa emoção só. Semana passada estivemos lá e pudemos escrever para eles sobre a nossa alegria além de darmos um presente que refletia bem sobre as coisas que acreditamos e que nos unem.
TIO WILSON E TIA ANGELA
Eles já não moram mais em Ponta Grossa mas é lá que construíram a relação de amor e amizade com a família do Marcel. Por anos, um muro dividiu as casas apenas fisicamente pois sempre estavam juntos. Com a mudança das famílias para Curitiba, os laços não se desfizeram. O Marcel chegou até a trabalhar junto com a tia Angela quando era professor do Bom Jesus. O xodó deles pelo noivo – e consequentemente pela noiva – sempre existiu. Afinal, o Marcel sempre foi o “peixinho” da tia Angela.
O convite: Como convidá-los sem que eles desconfiassem? Vamos enrolar e enrolar por alguns minutos. Foi isso que fizemos. No chá de bebê do nosso afilhado, os depoimentos finais do vídeo que fizemos em homenagem à Rafa não passaram por um problema técnico. Então, demos a desculpa de que finalmente eles iriam ver os vídeos que não passaram. Todo mundo assistiu ao vídeo novamente e às cenas que ninguém assistiu. No final, colocamos esse depoimento como intruso para fazermos o convite.
UNO GANG (DIOGO, GUSTAVO E PRISCILLA)
Uno Gang, desde 2006 na ativa. Não são uma gangue da qual a noiva faz parte mas sim um apelido que surgiu pelo hábito incomum nos intervalos da faculdade: jogarem Uno. Nós jogavamos tanto que as pessoas nos reconheciam por “aqueles que jogam Uno”. A faculdade é uma das coisas mais difíceis na vida de qualquer ser humano. Na vida da Simone, também foi. Só que foram esses amigos – Diogo, Priscilla e Gustavo – que tornaram tudo mais divertido.
O convite: Somos super amigos, sempre juntos. Mas, não estudando mais juntos, fica difícil reunir o povo. Qual a solução? Um vídeo onde cada um pode ver no conforto da sua casa. Sobre os motivos do convite, o convite em si já explica.
Foto do nosso noivado porque, até agora, não conseguimos nos ver!
FLAVIA E ANDRÉ
A Simone estudou por vários anos no mesmo colégio e fez alguns amigos que continuam com o laço de amizade por muitos e muitos anos. A Flavia e o André são um exemplo disso. Crescendo literalmente juntos e dividindo muitos mais risadas do que lágrimas, com certeza eles teriam um lugar especial no nosso casamento.
O convite: Eles também foram uns dos primeiros padrinhos a serem convidados e como o encontro na casa do André foi combinado meio em cima da hora, tivemos que botar a cabeça para funcionar e pensar na forma de convidá-los. Bom, combinamos de jantar e depois do jantar, sempre vem o que? A sobremesa. Nada melhor do que entregar chocolates especiais para amigos especiais. Os dois foram pegos mesmo de surpresa e aceitaram o nosso convite. Depois do jantar, calorias foram queimadas com horas de intenso treinamento de Just Dance no Wii.
Olá pessoal!
Andamos meio sumidos mas os motivos são ótimos: os preparativos do casório e nossos convites aos padrinhos (este será o tema do próximo post, quando a missão estiver cumprida!)
Alguns já leram o texto que a Simone escreveu sobre o noivado para o blog que ela ama (e indica): o Noiva.com.
Como alguns não leram mas ele relata bem o que foi a emoção do nosso noivado, resolvemos postar aqui para dividir com vocês a alegria desse momento tão especial.
O noivado da Simone e do Marcel
02 de novembro de 2011
“Acompanho o Noiva.com desde o seu comecinho, há 3 anos, muito antes de eu sequer saber quando ia casar. O motivo? Desde o começo do meu namoro, em 2006, eu e o Marcel sabíamos que queríamos e íamos nos casar e então, mesmo sem saber o que seria das nossas vidas, este amado blog foi meu companheiro na busca de inspirações e ideias para o nosso casamento e o casamento das minhas amigas.
Com a ajuda de Deus e de pessoas queridas, compramos nosso apartamento no começo desse ano e iniciamos a reforma sem sabermos a data certa do nosso casamento. Sabíamos somente que seria em 2012 e continuamos na luta, seguindo como sempre, pois até ali estava dando tudo muito certo.
Em julho deste ano, chegamos à conclusão de que precisávamos marcar a tão sonhada data, pois precisávamos estabelecer metas financeiras e pessoais para realizar nosso sonho. O convite dos meus cunhados para sermos padrinhos do pequeno Eduardo que chega em dezembro também nos fez pensar que era uma ótima oportunidade de firmarmos o nosso compromisso.
Marcamos a data para 17 de Setembro de 2011 no Chez Arnold, um café colonial aqui de Curitiba. Eu sou publicitária, então confeccionei nossos convites e chamamos apenas poucos familiares e amigos que fazem parte da nossa história. Confesso que estava ansiosa, mas não tinha noção da grandiosidade que esse momento teria em nossas vidas.
No dia, família e amigos reunidos, meu sogro pediu a minha mão ao meu pai, repetindo uma tradição na família do meu noivo. Ambos falaram coisas lindas e aí já começaram as lágrimas. Depois, meu noivo resolveu agradecer a todos e também falou algumas palavras sobre a importância do noivado para nós. Depois, olhou para mim e declamou os trechos de “Olha” do Roberto Carlos. Como não chorar quando alguém que você ama tanto olha para você e diz: “Olha você tem todas as coisas que um dia eu sonhei pra mim?”
Eu nunca tive problema para falar em público. Fui oradora da minha formatura de primeiro grau e ensino superior, sempre apresentei trabalhos sem problemas. Mas nesse dia eu estava muito nervosa, então preparei um texto agradecendo a todos, um por um, pela presença. Relembrei a importância destas pessoas nas nossas vidas e citei algumas que, infelizmente, não estão mais conosco. Chorei e tive a companhia de muitos convidados que com a gente também choraram. Depois de tanta emoção, só faltava ficar noiva. Trocamos alianças e brindamos esse momento tão especial e planejado com tanto amor.
Meu noivo amou a ideia da Marcela e do Diogo, então adaptamos o save the date deles para os nossos gostos pessoais (espero que a Marcela não se importe) e inserimos a identidade visual que será usada em nosso casamento. Distribuímos após a troca de alianças e o pessoal curtiu muito. Muitos nunca tinham visto um save the date e acharam o máximo.
Eu precisava dividir esta data tão especial, pois agora, oficialmente, sou uma Noiva.com e isso é uma alegria imensa para mim que acompanho o blog há tanto tempo. Aproveito para agradecer você, Gabi, por tantas ideias legais, carinho e compromisso com atuais, futuras e ex-noivinhas. Já sei que dividirei com você e com as leitoras todos os momentos especiais que vem por aí, como o Chá de Panela e o dia D.
Por fim, um conselho a todas as meninas que, assim como eu, lêem esse blog sem serem Noivinhas.com: coloquem Deus acima de todas as coisas e tudo vai dar certo. E mais: não deixem de comemorar o noivado se puderem. Garanto que as lembranças e emoções desse momento são inesquecíveis!”
Um abraço a todos e até a próxima!
Simone ♥ Marcel
Olá pessoas! Como estão? Nós, como sempre, estamos na correria. Temos ainda muitas coisas para ver, fechar e tudo mais. Mesmo assim, tiramos um tempinho até para ensaiarmos (escondidos) nossa primeira dança.
Hoje estamos aqui para falar um pouco de algo que vem sido muito cobrado (especialmente da noiva) e esperado: o convite!
A Simone sempre faz convites para os outros. Não porque isso faz parte da profissão que ela escolheu e ama mas também porque adora fazer esse tipo de trabalho. O problema é que agora todos estão na expectativa de como será o seu próprio convite de casamento.
Podemos dizer que não estamos com o layout totalmente definido mas estamos conseguindo botar nossas idéias no papel (o que, por enquanto, evita que a noiva tenha algo como uma gastrite nervosa pré-casório ou algo parecido).
Como vocês podem ver, o header do nosso site já tem a data e as digitais em formato de coração. A idéia das digitais vai muito além da fofura aparente. Quando vimos o coração com as digitais pela primeira vez, sacamos na hora que isso tinha tudo a ver com a gente: estamos unindo nossos gostos, personalidades, preferências, nossos “eus”. Portanto, toda a identidade visual e a “cara” do casamento, vão girar em torno disso.
Em nosso noivado, já distribuímos o Save The Date com as nossas próprias digitais e com esse conceito da junção de nossos gostos pessoais. E, apesar da falta de tempo, pretendemos enviá-lo por email para todos os nossos convidados.
Quem nos conhece bem entendeu perfeitamente cada uma das uniões, por mais estranhas que possam parecer (Silvio Santos & Fórmula 1 – os programas dominicais prediletos -, por exemplo) ou antagônicas (Led & Spice): nós somos pessoas um tanto diferentes mas unidas pelo respeito e o interesse naquilo que alegra o outro – e por isso a ideia do STD dessa maneira.
O convite vai demorar um pouco para ficar pronto mas já deu para ter um gostinho do que vem por aí, não?
Para terminar, uma frase do rei Roberto Carlos que vai bem de encontro ao post de hoje:
“Nós temos quase as mesmas digitais, nós somos quase iguais…”
PS: Obrigada sempre pelos comentários carinhosos. Comentem porque os noivos curtem – e muito!
Simone ♥ Marcel
“…Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma esposa que lhe seja idônea”
(Gênesis 2:18)
Resolvi escrever esse texto pois há muito venho pensando nessa situação.
A maioria das pessoas – e isso está se tornando uma tendência – tem passado a desconsiderar a primazia do casamento: já não se vê mais o matrimônio como uma instituição necessária. E isso acontece por várias razões: porque a religião já não é mais o foco da nossa geração, porque se prioriza a “liberdade” ou então porque “casamento é um saco, só problema”.
A cada 10 pessoas que encontro, 9 (sem exagero) falam do casamento com, no mínimo, alguma ressalva. Raras são as pessoas que falam “casar é bom”. Ontem, conversando com um colega de trabalho que casou em abril do ano passado, ouvi isso (“é muito bom, cara”). Fiquei feliz, mas também surpreso.
Me peguei a pensar: por que ninguém fala como ele? Isso não se restringe a homens, se querem saber. Uma vez que sou professor, tenho também convívio com mulheres, e sempre que caímos no assunto há mais ponderações do que euforia. É claro, nunca imaginei que seria um ‘mar de rosas’, para cair no clichê. Mas tenho certeza que casar é não apenas a mais correta como também a melhor opção.
É a mais correta porque, a meu ver — afinal, ainda somos livres para expressar opiniões, não? –, trata-se de uma instituição terrena que cumpre as vontades de Deus. Claro que os ateus, céticos ou adeptos do “todos os caminhos levam a Deus” não irão concordar, mas é assim que vejo: um cumprimento da vontade divina. E também porque o maior bem que podemos ter chama-se FAMÍLIA, e o casamento é a melhor forma de instituí-la (pensando também nas bases de educação e valores, considero ideal uma família com pais casados).
Mas especialmente é a melhor decisão, e tentarei explicar por quê.
Primeiramente, é um crescimento pessoal muito grande: conviver com alguém diariamente, e para quem teve irmã(o)s para dividir o quarto – como é o meu caso e da Simone – ou a casa, é algo que nos molda: conviver com diferenças de hábitos, preferências, rotina e opiniões é fundamental para que possamos crescer no plano pessoal e profissional.
Junto ao primeiro ponto, se dá o fato de não apenas convivermos mas, de certa forma, dependermos de outrem para que possamos ser bem-sucedidos: não falo daquela dependência cega, quase que anuladora; falo de uma dependência no sentido de expectativa. Saber que se pode contar com alguém, e saber o que esperar dessa pessoa é também um aprendizado e um amadurecimento muito profundo.
Por fim, vem a questão inicial e final de um casamento: o amor. Considero que o amor, em se tratando de um casal, é a união de três pontos: carinho, respeito e desejo. Os três se completam, e sem um deles já se pode dizer que o relacionamento não será duradouro.
É importante o respeito por tudo que já foi dito: a convivência exige isso; O carinho, justamente para que o ponto ‘amizade’ de um casal nunca se perca, pois é igualmente importante ter alguém para jogar video game e desabafar: e melhor ainda se a mesma pessoa for companhia para os dois. E, naturalmente, o desejo, pois afinal o casamento acontece fundamentalmente porque existe paixão, atração.
Portanto, que os amantes da ‘vida de solteiro’, os noivos há 25 anos ou os favoráveis ao ‘morar junto antes pra ver qual é’ me perdoem, mas pra mim isso é uma grande estupidez: bom mesmo é casar.
Lembro-me até hoje do ano de 1992. Eu tinha 6 anos e acabara de mudar de escola. Era uma escola pequena, com poucos alunos na turma, mas não houve quem conseguisse me convencer a não estudar lá pois foi paixão a primeira vista.
Até hoje guardo lembranças de lá, como ter conhecido o câncer pela primeira vez ao estudar com um menino que estava doente, perceber a estranheza das pessoas por eu ter uma religião diferente dos demais e também vivi uma daquelas histórias em que a família continua contando por anos e anos quando corrigi a professora que escreveu no quadro: “O leão comeu feijão” dizendo que leão não comia feijão mas comia zebra. Fui repreendida e depois meu pai foi até lá me defender dizendo que se o leão não comia feijão, eu é que estava certa.
No ano seguinte, minha vida virou de cabeça pra baixo. Saí de uma escola em que minha turma tinha no máximo 5 alunos e fui para um colégio onde só na minha turma tinham 45 alunos. No começo foi um choque mas depois fui curtindo tanto que fiquei lá por muitos anos. Hoje, grandes amizades da minha vida vieram daquele colégio onde cresci, me descobri e criei valores que levo pra vida toda.
Hoje completo 6 anos de namoro com o Marcel e me sinto como se estivesse em 1992, aos 6 anos de idade. Nosso amor foi uma surpresa, começou timidamente e com ele eu enfrentei e conheci coisas que meu coração desconhecia. Assim como aquela menininha que levava bronca por saber ler e escrever enquanto as outras crianças não sabiam, eu também bati muito a cabeça por achar que sabia tudo da vida e fui descobrir que na verdade eu nunca vou saber tudo mas, se eu tiver o meu amor do meu lado, tudo sempre será possível.
Nosso namoro começou de um jeito inusitado. Um bom amigo tirou a amiga pra dançar uma boa música embaixo de uma garoa fina. Ele roubou um beijo dela e a partir daí não se desgrudaram pois sabiam que o que tinha acontecido ali já era pra ter acontecido há muito tempo mas demorou pois, já diz a Bíblia, “há um tempo para todo propósito”.
Só Deus sabe as dificuldades que enfrentamos juntos mas a fé sempre nos fez mais fortes. Um dia contamos as moedas pra ir ao cinema durante a semana. Hoje, ainda economizamos, mas para pagar o apartamento que conseguimos comprar com nossos 25 anos de idade.
E o mais importante: nós sempre nos divertimos muito juntos. Semana passada, assistimos um filme (muito engraçado por sinal) em que um dos protagonistas disse: “Sabe como eu sabia que ela não me amava? Ela não ria das minhas piadas.” Aí nós dois nos olhamos e rimos pois dividimos muito mais do que tristezas e lágrimas mas principalmente nossas piadas e risadas bobas durante todos esses anos.
Chegamos ao sexto ano da nossa vida juntos com a data certa para confirmar, diante de Deus e de nossas famílias e amigos, um compromisso que não será firmado a partir do dia 15 de setembro mas que vem se firmando a cada dia juntos: nascemos e viveremos juntos porque o amor nos pegou assim, pra valer. E porque a cada dia que passa ele faz com que aquela menininha de 6 anos renasça a cada risada, mensagem, café da tarde e olhar bobo que é típico dos apaixonados.
E não sei por que mas sinto que ano que vem terei a mesma sensação de 1993: vida de cabeça pra baixo, totalmente diferente, deliciosamente desafiadora e que me rendará lembranças lindas para a vida toda. Um déjà-vu da própria vida.
Te amo, meu noivo. Meu corazón. Muito, bastante, tanto, pra sempre. Até o fim do mundo!
Simone ♥
Como foi dito no post anterior, nós já fechamos a maioria dos contratos. Mas quais foram os primeiros?
Em primeiríssimo lugar, a igreja. Não fizemos isso só pela lógica básica dos casamentos: você depende da disponibilidade da igreja para fechar o restaurante. Fizemos isso pois essa provavelmente foi uma das maiores prioridades no nosso casamento.
Não precisamos pensar nem pesquisar sobre qual seria a igreja, pois sempre tivemos a certeza de que seria lá: na 3ª Igreja do Evangelho Quadrangular. Não queríamos casar na igreja mais bonita, mais concorrida, mais “fotogênica”. Queríamos casar em um lugar que nos dissesse alguma coisa.
Somos evangélicos (a noiva desde o berço, assim como a sua família, e o noivo por uma escolha pessoal e de coração, sem ter influência da noiva sobre isso) e esta igreja foi muito importante em nossas vidas particulares e na nossa vida como um casal.
A avó materna da noiva – a saudosa Pepê – ajudou na construção da igreja desde os tempos em que ela ainda era de madeira e fazia questão de levá-la aos cultos desde pequena. Lá também, a família da noiva pode dividir momentos de alegria como casamentos, apresentações de nascimento e até dividir a dor nos momentos difíceis, como no falecimento de seu avô materno.
Foi nesta igreja em que Deus tocou o coração do Marcel para uma mudança de vida, após anos de busca dentro do Catolicismo e um longo período sem frequentar qualquer comunidade. Lá, Marcel se converteu, testemunhou e se sentiu como nunca antes sentira.
Juntos, crescemos muito graças a graça do Senhor, e nesta mesma igreja muitas vezes dobramos nossos joelhos, pedimos e fomos atendidos. Mas o momento mais importante da nossa vida como casal na 3ª Igreja foi o nosso batismo, no dia 22 de abril de 2007. Para os protestantes em geral, o batismo não ocorre como no catolicismo – logo após o nascimento – mas sim no momento em que a pessoa, consciente, decide que está disposta a seguir pelo caminho de Cristo… e assim fizemos. Juntos, descemos às águas e confirmamos a nossa fé.
Muitas pessoas da nossa idade não acreditam em Deus, acreditam em muitos deuses, acreditam em tudo ou em nada. Nós temos a nossa fé, não abrimos mão dela mas respeitamos a todos que não têm a mesma fé que a gente (ou vocês não sabem que nossos melhores amigos são muçulmanos?).
Ouvimos algumas sugestões antes de decidirmos pela igreja como: casar no restaurante mesmo para economizar ou ainda casar em outra igreja devido a exigência do casamento ser às 18h00. Se tivéssemos escolhido qualquer outro lugar, com certeza não teria o significado que terá (e já tem) para nós no nosso grande dia.
Ficaremos muito felizes em ver nossos convidados lá, neste lugar tão especial, dividindo este momento conosco. Agradecemos também aos comentários carinhosos e a receptividade que tiveram com o site. Esperamos dividir muito mais com todos vocês.
Até a próxima!
Simone ♥ Marcel
Olá!
Começou 2012, um ano muito importante para as nossas vidas, afinal, faltam 8 meses para o nosso casamento. Alguns podem se perguntar: “Por que fazer um blog para falar sobre o casamento?” e, para essa pergunta, temos várias respostas.
1) Os noivos adoram escrever!
Sim, se você nos conhece sabe que nós adoramos escrever. Artigos, cartas, bilhetinhos, comentários… A união de um noivo professor e jornalista e uma noiva publicitária só podia dar nisso. Escrever não faz parte só da nossa profissão como também do que nós somos, então, nada melhor do que aliviar a ansiedade escrevendo por aqui.
2) Os noivos vivem conectados
Ainda que a noiva seja um pouco mais viciada em internet do que o noivo, nós estamos online sempre que podemos.
3) Dividir os preparativos é uma delícia
Quando a Simone viu o blog da Fran, uma colega de faculdade que casará em janeiro, e viu como era prático e gostoso dividir os preparativos, tirar as dúvidas sobre a lista de casamento, compartilhar as idéias com os amigos, pensou: “Taí, idéia bacanérrima”. Desde que noivamos, a pergunta principal quando nos encontram é: “a quantas andam os preparativos do casório?”. A resposta é que estão a mil e por aqui seria a melhor maneira de dividir tudo isso com quem a gente ama e vai participar desse momento com a gente.
4) Guardar as lembranças
Um conselho que sempre ouvimos é de que é pra curtir muito esse momento porque passa muito rápido. Então, escrever essas lembranças todas será a melhor forma de recordarmos como foi bom preparar esse casamento daqui alguns anos.
Estamos a toda com os preparativos mas estamos bem adiantados em relação aos contratos. Já fechamos muitas coisas para aproveitar os bons preços, garantir datas e também para ficarmos tranquilos mais próximos do dia do casamento.
Desde já, agradecemos a todos vocês pelo carinho e garantimos: já estamos em ritmo de contagem regressiva.
Um feliz 2012 a todos vocês.
Com carinho,
Simone ♥ Marcel.




















Comente